Pombão
Como o próprio nome já diz, esta pomba é uma das maiores do Brasil, se não a maior. Possui coloração cinzenta escura com matizes violáceas.
Pescoço com plumagem de reflexos escamosos. Bico cinzento escuro, pés avermelhados e a asa com uma faixa branca. Anda tanto isolada como em bandos habitando campos, capões e matas.
Perdiz
Conhecida em quase todo o Brasil sob o nome de codorna, a perdiz atrai os caçadores de campo.
A cor parda, dorso com faixas e manchas amareladas mescladas com manchas escuras, permitem uma camuflagem excelente. O bico e os pés são pardos amarelados. Possui uma vida solitária, e só voa quando está em perigo, mesmo assim apenas algumas centenas de metros.
Marrecão
Durante o inverno são muito comuns no Estado, desaparecendo durante os meses mais quentes. A identificação do macho é feita pela sua cor escura com reflexos purupúreos na cabeça, pescoço e parte do peito. O Abdômem e os lados do corpo são de cor cinzenta.
O Bico é avermelhado com carúncula (carne esponjosa) na base e as patas são alaranjadas. Já a fêmea é parda puxando para o marrom com flancos e peito mais claros. Possuindo pés e bico acinzentados. Em ambos os sexos, a parte inferior das asas é branca.
Perdigão
Rhynchotus rufescens (35cm; 0,8Kg)
Outro exemplar que merece muito cuidado por parte dos caçadores é o perdigão, pois a sua caça não é permitida.
Uma grande confusão gira em torno de seu nome. Aqui no Sul o chamamos de Perdigão e no resto do País o chamam de Perdiz. Esclarecendo melhor: aqui no sul usamos Perdiz e Perdigão e no resto do Brasil é usado Codorna e Perdiz.
Ao levantar vôo, o caçador nota a grande diferença entre a perdiz e o perdigão, pois o último é bem maior e levanta vôo desengonçadamente. Quanto a plumagem, é praticamente a mesma.



